- 1 de mai. de 2024
- 1 min de leitura

| Por ADAM TELLES DE MORAES.
| CEO do Grupo Praxistas | Escritor e editor chefe do Blog dos Praxistas.
|| Artigo originalmente escrito por Raphael Machado
|| Canal no Telegram: https://linktr.ee/raphael_machado
No nível familiar é necessário que cada família coloque seus filhos em aulas de artes marciais e os ensine a revidar sempre e a responder a tentativas de bullying com violência (e com uma violência sempre acima da violência sofrida - a resposta adequada a um tapa é um soco, não outro tapa).
No nível comunitário, o Estado precisa a encontrar mecanismos para canalizar a agressividade masculina juvenil inata de maneiras construtivas ou por meio de uma competitividade sadia e regulada, inclusive aproveitando-a para construir um "espírito de corpo". Isso deve ser feito no lugar do padrão, que tem sido de negar a existência de uma natureza masculina tendente à agressividade (porque as escolas, como eu falei, tornaram-se "femininas").
Claro, aqui estamos deixando de lado outros elementos que contribuem para o fenômeno social do bullying, como lares desestruturados e outros problemas do tipo, mas porque esses problemas só podem ser solucionados por medidas ainda mais gerais, no âmbito social e econômico, que favoreçam a estabilidade familiar.
|
||
||| Siga @Thedutv nas redes sociais - sua fonte de conhecimento e informação!
||| Olá, junte-se a mim em "Praxistas" no app Spaces by Wix e mantenha-se atualizado onde estiver.
Use esse link para se juntar: http://www.mobileapp.app/to/r03XGRW?ref=so. Já tem o app? Use esse código de convite: OKJFNY








