Conheça seu inimigo: O caça de combate aéreo furtivo mais avançado da Força Aérea Chinesa.
- Adam Telles de Moraes

- 23 de abr. de 2024
- 2 min de leitura
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Por ADAM TELLES DEMORAES
CEO do Grupo Praxistas.
Editor Chefe e Escritor no Blog dos Praxistas:
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Atualmente, o título de caça furtivo mais avançado da China é disputado entre dois modelos: o J-20 e o J-31. Ambos apresentam características de última geração e incorporam tecnologias inovadoras, tornando-os peças cruciais no poderio aéreo militar chinês.
J-20 "Mighty Dragon":
Estreia: O J-20 fez sua primeira aparição pública em 2011 e entrou em serviço operacional em 2018.
Design: Equipado com dois motores turbofan, o J-20 possui um design aerodinâmico furtivo, incluindo canards e um corpo fundido para minimizar sua assinatura radar.
Capacidades: Acredita-se que o J-20 seja altamente manobrável, alcance velocidades supersônicas e transporte uma variedade de armamentos, incluindo mísseis ar-ar e ar-superfície.
Comparação com o F-22: Frequentemente comparado ao F-22 Raptor dos Estados Unidos, o J-20 ainda está em desenvolvimento e seus recursos exatos ainda são objeto de debate.
Produção: Estima-se que a China tenha produzido mais de 200 J-20, com números em constante crescimento.
J-31 "Gyrfalcon":
Estreia: O J-31 teve seu primeiro voo em 2012, mas ainda não entrou em serviço operacional completo.
Design: Menor e mais leve que o J-20, o J-31 também apresenta um design furtivo e seria destinado à exportação ou para uso por unidades navais.
Capacidades: Possíveis recursos do J-31 incluem manobrabilidade aprimorada, tecnologia de radar avançada e capacidade de operar a partir de porta-aviões.
Futuro: O desenvolvimento do J-31 continua, com a China buscando aprimorar suas capacidades e posicioná-lo como um concorrente no mercado global de caças furtivos.
Desafios e incertezas:
Desenvolvimento contínuo: Tanto o J-20 quanto o J-31 ainda estão em desenvolvimento, e suas capacidades finais ainda podem mudar.
Aquisição de tecnologia: A China depende da aquisição de tecnologia estrangeira para alguns componentes críticos, o que pode afetar seu ritmo de desenvolvimento e independência tecnológica.
Ameaças cibernéticas: Esforços de espionagem cibernética podem representar riscos à segurança das informações e à propriedade intelectual dos projetos de caças furtivos da China.
Conclusão:
O J-20 e o J-31 representam um salto significativo na tecnologia aeroespacial chinesa e demonstram o compromisso do país em desenvolver uma força aérea moderna e poderosa. Apesar dos desafios e incertezas, esses caças furtivos colocam a China no mapa como um importante player no cenário global de combate aéreo.
Observações adicionais:
É importante notar que as informações sobre os recursos e capacidades reais dos caças furtivos da China são frequentemente confidenciais e sujeitas a especulações.
O desenvolvimento de aeronaves militares é um processo complexo e demorado, e as capacidades dos caças chineses podem continuar a evoluir nos próximos anos.
A análise da força aérea de um país deve levar em consideração diversos fatores além dos seus caças de combate, incluindo treinamento de pilotos, doutrina militar e capacidade geral da indústria de defesa.
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