No futuro do nosso futuro "não haverá nada de novo debaixo do Sol".
- Adam Telles de Moraes

- 26 de mar. de 2024
- 3 min de leitura
A Terceira Guerra Mundial não será Call Of Duty...
Já vivemos a 'Segunda Guerra Fria' desde o início das barreiras comerciais e fiscais chinesas perante as transações comerciais ocidentais, em mitigação a influência do mercado europeu e norte americano junto aos mercados do Sul Global, quando dai tivemos a iniciativa dos 'BRIC' depois 'BRICS' e, consequentemente, episódios de 'aquecimento' deste embate político ideológico fascista sino russo contra o globalismo atlanticista.
Quem perdeu foi a globalização que, já não indo bem, teve seu fim abrupto com a Pandemia da COVID-19.
Este 'aquecimento' ocorre principalmente nos seus 'hot spots', dentre eles Cuba, México e Venezuela nas Americas; Egito e o Canal de Suês e quase todos os países da África Islâmica; Turquia, Líbano, Iraque e Israel no Oriente Médio; Casimira, Paquistão, Índia e China; além das Coréias e todo o Mar da China na Ásia; Polônia (como sempre...) e todos os países ex repúblicas socialistas soviéticos na Europa (que já está condenada a ser uma grande favela mulçumana devido as imigrações das 'Primaveras Árabes'...).
Estas mesmas 'primaveras' feitas pelas mesmas milhares de Ongs, desde a iniciativa de Henry Kissinger (alemão de nascença...) não deu certo (como já opinamos em outro artigo...) em Hong-Kong porque o PCC estava minimamente atento a simplesmente exercer a força em prol de suas unidades nacionais, já cientes que tinham barganhas suficientes para não sofrerem embargos sob pena do próprio mercado americano interno colapsar devido a falta de fornecimento de seus produtos da AliExpress...
Graças a Dugin (como professor Olavo de Carvalho já alertava tantas e tantas vezes ao seu público norte americano e brasileiro desde 2010 pelo 'TrueSpeak'...) com a filosofia do 'Euroasianismo' (concorde ou acredite ou não - Putin viu uma bandeira de unificação nacional de poder nisto...) a Rússia desafia a ordem mundial e a Otan e invade a Ucrânia...
*Em verdade já havia invadido desde 2014 a Criméia - Mas o Ocidente só se espanta com as invasões de 2022.
Próximo passo será Taiwan?
Claro que sim, mas... Não!
Não haverá invasões...
Nada disso.
Ilhas próximas serão ocupadas (vomo já está acontecendo a mais de 15 anos..).
EUA desenvolverão autonomia na produção de chips pós quânticos para GVMÍDEA e Tesla em até 10 anos.
Quando isso acontecer, Taiwan não será invadida; o governo local se alinhará gradualmente ao PCC e integrará a conformidade do governo chinês.
Será mais ou menos simples assim.
E o resto?
Um mundo desglobalizado, com foco no que sobrou da globalização econômica entre prováveis 10 principais blocos econômicos globais, focando em commodities;
As nações serão apenas formalmente nacionais, pois o que vingará serão 'repúblicas populares democráticas' nos EUA, com os NeoCons (sim...; com boa parte das costas leste e oeste radioativas, mas seguindo uma 'nova normalidade' quase 'cyberpunk distópica...);
Talvez o que sobrar da Grâ Bretanha e... Só! A Europa será uma grande favela multicultura mulçumana hegemônica;
O restante das américas será uma grande favela de narcotráfico (e isso já somos a mais de 30 anos - e seremos nos próximos 50 anos...);
A África será uma grande favela mulçumana também (também o é a décadas... Vide Egito...);
O Oriente Médio não mudará em nada - suas tensões continuarão como estão, por mais que mudem os personagens, o cenário continuará milenar como sempre;
As coisas pegarão fogo na Ásia: LÁ que TUDO PODERÁ MUDAR, em que pese ao final, sobrará um vasto território radioativo e devastado, com um Estado Chinês cada vez mais forte e fascista; uma ex Rússia em fim fragmentada nas dezenas de países que sempre foram, do Cazaquistão a Yakutia...
E o futuro do futuro?
Como já dito em Provérbios, pelo Rei Salomão na Bíblia: "Não há nada de novo debaixo do sol".
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