O Drama do Profissional Determinado: Uma Saga de Empatia e Mimimi...
- Adam Telles de Moraes

- 1 de mai. de 2024
- 2 min de leitura
Atualizado: 3 de mai. de 2024
| Por BRUNO RICARDO.
| Profissional do Comércio Exterior.
| Escritor do Blog dos Praxistas.
Em um mundo onde a gestão ruim é tão comum quanto um café frio na segunda-feira de manhã, encontramos heróis anônimos: os colaboradores resilientes.
Esses bravos guerreiros enfrentam barreiras, desmotivação e, ocasionalmente, a tentação de jogar tudo para o alto e sair correndo como um personagem de anime.
Mas como fazer isso?
Deixar o emprego e buscar outra oportunidade?
É aí que a coisa fica interessante.
Imagine o cenário: você, um profissional destemido, enfrentando a selva corporativa.
O seu ramo exige inglês fluente e um bacharelado, mas você não tem nenhum dos dois.
A solução?
Bem, você poderia aprender inglês com um aplicativo de idiomas enquanto faz malabarismos com as contas da casa.
Quem precisa de um diploma quando se tem a habilidade de descobrir por que a carga ainda não saiu e garantir que a fábrica continue funcionando?
Mas espere, há mais!
Você decide sair da empresa para ter “paz emocional”. Afinal, quem não quer paz? Mas, ao entrar no novo emprego, você percebe que a paz emocional não paga as contas.
O inferno astral se materializa na forma de uma conta de luz atrasada e um pacote de macarrão instantâneo como jantar.
A empatia das pessoas é como um unicórnio: todos falam dela, mas poucos a viram de verdade.
E o mimimi?
Bem, ele está lá, flutuando no ar, como um fantasma que só aparece quando você está prestes a desistir.
Então, o que fazer?
Você não pode largar tudo e sair correndo, mas também não quer ficar preso em um ciclo de desânimo e falta de dinheiro.
A resposta?
Criatividade!
Transforme suas limitações em superpoderes.
Se o seu ramo pede inglês, torne-se o Sherlock Holmes da língua, decifrando cada mistério gramatical. Se o bacharelado é um requisito, lembre-se de que a vida é a melhor universidade e você é o aluno mais dedicado.
E assim, com um sorriso no rosto e um pacote de macarrão na mão, você continua sua jornada. Porque, afinal, felizes são aqueles que têm uma boa base, mas ainda mais felizes são aqueles que sabem construir pontes sobre os abismos da desigualdade.
E se alguém perguntar por que você não desiste, diga com orgulho: “Eu sou o herói da minha própria história.
E, além disso, alguém precisa garantir que a fábrica não pare!
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