O modelo padrão do ensino educacional ocidental (seus defeitos e virtudes?).
- Adam Telles de Moraes

- 23 de abr. de 2024
- 2 min de leitura
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Escrito por Raphael Machado.
*Artigo republicado. Direito autorais preservados.
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Meninos têm pior desempenho escolar em geral porque a escola é um ambiente feminino.
Tudo na escola contemporânea e a própria figura do "aluno médio" é pensado com contornos femininos e mesmo o currículo é feminino.
A base fundamental disso é que a nossa era, que é uma era esquizoide e de dissonância cognitiva, nem mesmo consegue reconhecer que meninos e meninas, por terem cérebros diferentes, precisariam ser educados por pedagogias diferentes.
A escola simplesmente não é estimulante para rapazes, o conteúdo curricular não é estimulante para rapazes, a metodologia de ensino não é estimulante para rapazes - e tudo isso tem se tornado cada vez menos estimulante na medida em que se avança na direção de "pedagogias alternativas" baseadas em horizontalidade, inclusividade e diálogo.
A incapacidade de lidar com bullying vem também daí. A conclusão média vai ser a de que falta "empatia" e "inclusão", e que a solução provavelmente seria algo envolvendo sarau, muitos abraços, a multiplicação de psicólogos na escola e o combate à "masculinidade tóxica" - quando a solução é muito mais trivial que essa: transformar a escola, pelo menos para os rapazes, em um espaço de disciplina absoluta, de obediência, de autoridade, de punição e no qual as especificidades psicológicas e temperamentais masculinas são contempladas e possuem válvula de escape.
É por isso que, no que concerne a educação, espaços masculinos e femininos deveriam ser separados. O bullying não só diminuiria (porque boa parte do bullying envolve tentativas retardadas e exageradas de meninos tentarem se impor, o que eles acham que os tornará mais atrativos para meninas), como seria mais fácil lidar com o bullying existente.
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