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Praxis | Place

A palavra certa...
No lugar certo!

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Por Raphael

Escritor responsável pelo canal:

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Hoje recordam-se os 2.777 anos da fundação de Roma, a Cidade Eterna, e essa não é uma efeméride irrelevante - ao contrário, ela nos diz respeito enquanto brasileiros.


A data é, também, a da fundação de Brasília, capital do Brasil. Juscelino Kubitschek inaugurou Brasília em 21 de abril precisamente para coincidir com a data da fundação da Cidade Eterna.


Não por capricho, mas para fortalecer a associação simbólica entre Roma e a capital do Estado que tem sido pensada por intelectuais e profetizada por místicos como sua herdeira, como a Nova Roma. Por isso, a Roma antiga nos cedeu como presente uma réplica da Loba Capitolina que amamentou Rômulo e Remo (descendentes do herói troiano Enéas e, portanto, da deusa Vênus). E também por à época acendeu-se o chamado "Fogo Simbólico da Unidade Nacional", que deveria permanecer perpetuamente aceso.


Que o Brasil é o legítimo herdeiro da Roma Ocidental está acima de qualquer dúvida. Trata-se do maior dos países nascidos da semente romana/latina. É, também, por natureza um Império: além de ser uma politeia de larga escala, une raças, etnias, culturas e religiões sob uma mesma ideia e na direção de um mesmo horizonte.


O nome do país faz referência ao vermelho, a cor tradicional romana; ademais, o país em sua origem como independente reivindica o translatio imperii (a transferência da auctoritas romana), por uma miríade de linhas possíveis (da espanhola à bizantina, passando pela habsburga, para não falar no misticismo sebastianista do Quinto Império), especialmente após a extinção do Sacro-Império Romano-Germânico.


De fato, "Augusto" era um dos títulos dos imperadores do Brasil, e foi oferecido também a Pedro I os títulos de César e Autocrata, mas ele equivocadamente os recusou.


Alvissareiros são também os sonhos de Dom Giovanni Bosco, que sonhou que onde hoje é Brasília surgiria um "centro" de onde jorraria leite e mel (alegoria representativa da abundância).


E esses elementos simbólicos são complementados pela visão científica de Darcy Ribeiro, que entendeu plenamente o Brasil e o seu papel histórico potencial como o centro de uma nova civilização, uma herdeira tropical da Roma antiga.


Comemorar a Fundação de Roma é, portanto, como recordar a memória de um antepassado, de um projeto político precursor do Brasil e sem o qual o Brasil jamais teria sido possível.


Uma pena que nosso Estado não comemora formalmente esta data. Deveria.


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Por ADAM TELLES DE MORAES.

Editor Chefe e escritor no Blog dos Praxistas:

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Unidades Operacionais de Combate e Armamentos Bélicos nas Principais Doutrinas Militares Atuais.


As principais doutrinas militares do mundo definem as unidades operacionais de combate e armamentos bélicos que moldam os conflitos armados modernos em diversos teatros de operações. Abaixo, analisamos as tendências em escala local, nacional, continental e global:


Escala Local:


Unidades Móveis e Leves: Enfatizam a rapidez, flexibilidade e letalidade em combates de curta duração, como incursões, contra-insurgência e operações urbanas. Incluem:

Infantaria Leve: Equipada com armas leves, granadas e veículos off-road para mobilidade em terrenos complexos.


Forças Especiais: Treinadas para missões de alto risco e operações especiais, como reconhecimento, sabotagem e resgate de reféns.


Veículos Blindados Leves: Fornecem proteção contra armas leves e apoio de fogo móvel.

Drones: Utilizados para reconhecimento, vigilância, coleta de inteligência e ataques precisos.


Escala Nacional:


Brigadas Blindadas: Combinam tanques, veículos blindados de combate de infantaria, artilharia autopropulsada e apoio aéreo para manobras ofensivas e defensivas em larga escala.


Divisões Mecanizadas: Fornecem mobilidade estratégica e poder de combate, incluindo infantaria mecanizada, helicópteros de ataque e reconhecimento, e unidades de apoio logístico.


Força Aérea: Essencial para controle do espaço aéreo, ataque a alvos terrestres, transporte aéreo e guerra eletrônica.


Marinha: Protege o litoral, as linhas de comunicação marítima e os interesses marítimos nacionais, com navios de guerra, submarinos, fuzileiros navais e aviação naval.


Escala Continental e Global:


Agrupamentos de Forças Conjuntas: Combinam unidades de diferentes Forças Armadas para missões complexas em larga escala, como operações de paz ou resposta a desastres.


Ciberguerra: Capacidade de atacar e defender sistemas de informação e redes de comunicação, tornando-se crucial no cenário globalizado.


Armas Espaciais: Tecnologias em desenvolvimento, como armas antissatélites e sistemas de defesa espacial, podem influenciar o equilíbrio de poder global.


Tendências Futuras:


Aumento da Automação: Drones, veículos autônomos e sistemas de inteligência artificial podem revolucionar o campo de batalha, reduzindo a necessidade de mão de obra humana e aumentando a precisão e letalidade.


Guerra Híbrida: Combinação de táticas convencionais, guerra irregular, ataques cibernéticos e desinformação para alcançar objetivos estratégicos.


Foco em Áreas Cinzentas: Conflitos em áreas sem guerra declarada, como pirataria, terrorismo e crimes cibernéticos, exigem novas estratégias e unidades especializadas.


Observações:


A ênfase em unidades e armamentos específicos varia de acordo com as doutrinas e necessidades de cada país.


O desenvolvimento tecnológico e as características do teatro de operações influenciam na composição das unidades e na escolha dos armamentos.


A doutrina militar é um processo dinâmico que se adapta às novas ameaças e desafios do ambiente de segurança global.


Exemplos de Unidades Operacionais Famosas:


75th Ranger Regiment (EUA): Força especial de elite conhecida por sua capacidade de realizar missões complexas e perigosas.


Brigada Blindada Guararapes (Brasil): Uma das principais unidades blindadas do Exército Brasileiro, equipada com tanques Leopard 1A5 e VBTP-MR Guarani.


Força Aérea Real Britânica (RAF): Uma das mais antigas e renomadas forças aéreas do mundo, com uma frota moderna de caças, bombardeiros e aeronaves de transporte.


Marinha do Povo da China (PLAN): A maior marinha do mundo em termos de tonelagem, com uma frota crescente de porta-aviões, submarinos e destróieres.


Assim, as unidades operacionais de combate e armamentos bélicos refletem as doutrinas militares e moldam a natureza dos conflitos armados modernos. A compreensão das tendências em diferentes escalas e das tecnologias emergentes é crucial para analisar os desafios de segurança do futuro.


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O Irã mantém uma força militar significativa, com várias características distintivas em suas táticas e estratégias. Suas forças armadas tradicionais, como o Exército, a Marinha e a Força Aérea, são apoiadas por uma rede complexa de milícias e grupos paramilitares, como os Guardas Revolucionários Islâmicos e a Força Quds. Essas forças têm desempenhado um papel crucial na projeção de poder regional do Irã e na condução de suas estratégias militares assimétricas.


Em relação às táticas militares assimétricas, o Irã demonstrou habilidade em usar uma variedade de recursos, incluindo milícias, drones e foguetes de curto alcance, para desafiar seus oponentes. As milícias apoiadas pelo Irã, como o Hezbollah no Líbano e várias milícias no Iraque e na Síria, desempenharam um papel fundamental em conflitos regionais, fornecendo ao Irã uma capacidade de projetar poder sem necessariamente envolver suas próprias forças convencionais.


Além disso, o Irã desenvolveu uma capacidade significativa de drones, tanto para vigilância quanto para ataques. Esses drones têm sido utilizados em diversas operações, incluindo vigilância de alvos, reconhecimento e até ataques aéreos contra inimigos. O uso de drones permite ao Irã conduzir operações com menor risco para suas próprias tropas e maior flexibilidade tática.


Os foguetes de curto alcance também desempenharam um papel importante nas táticas militares do Irã, especialmente em confrontos com Israel.


O Irã tem apoiado grupos militantes como o Hamas e a Jihad Islâmica Palestina, fornecendo-lhes foguetes e treinamento, que são frequentemente usados contra alvos israelenses. Esses foguetes de curto alcance representam uma ameaça significativa para Israel e têm sido uma fonte de tensão contínua na região.


No entanto, é importante notar que, apesar dessas capacidades assimétricas, o Irã ainda enfrenta desafios significativos em confrontos diretos com forças militares mais convencionais. Seus recursos e estratégias assimétricas podem fornecer vantagens táticas em certos cenários, mas não substituem completamente a necessidade de uma força militar convencional robusta.


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Especialistas militares reconhecidos pela comunidade internacional têm levantado várias preocupações e conclusões sobre os desafios das táticas militares assimétricas empregadas pelas forças Iranianas, especialmente no que diz respeito ao uso de milícias, drones e foguetes de curto alcance. Aqui estão algumas das conclusões que podem ser encontradas:


Ameaça à estabilidade regional e mundial: As táticas assimétricas empregadas pelo Irã, incluindo o apoio a milícias em outros países da região do Oriente Médio, o desenvolvimento e uso de drones e foguetes de curto alcance, representam uma ameaça à estabilidade não apenas na região, mas também globalmente. Essas ações podem desestabilizar áreas sensíveis e levar a escaladas de conflitos.


Desafio para as nações aliadas da OTAN: As táticas assimétricas do Irã representam um desafio para as nações aliadas da OTAN, uma vez que podem minar a segurança e a estabilidade em regiões onde essas nações têm interesses estratégicos. Isso pode exigir uma resposta coordenada e estratégica por parte das nações da OTAN para conter e neutralizar essas ameaças.


Adaptação das doutrinas militares: O emprego eficaz de milícias, drones e foguetes de curto alcance pelo Irã sugere a necessidade de adaptação das doutrinas militares existentes. As forças armadas devem desenvolver capacidades e estratégias para lidar com essas ameaças assimétricas de maneira eficaz, o que pode exigir uma reavaliação das prioridades de investimento em defesa e uma maior ênfase na flexibilidade e na capacidade de resposta rápida.


Risco de proliferação de táticas assimétricas: O sucesso do Irã no emprego de táticas assimétricas pode servir de modelo para outros atores não estatais e estatais que buscam desafiar as potências convencionais. Isso aumenta o risco de proliferação de táticas assimétricas em futuros conflitos, tanto a nível local quanto global, o que poderia complicar ainda mais a segurança internacional.


Em resumo, as táticas assimétricas empregadas pelas forças Iranianas representam desafios significativos para a estabilidade mundial, especialmente para as nações aliadas da OTAN. A adaptação das doutrinas militares e uma resposta coordenada e estratégica são necessárias para enfrentar eficazmente essas ameaças em um cenário de segurança em constante evolução.


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Escrito por Raphael Machado.

*Artigo republicado. Direito autorais preservados.


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Meninos têm pior desempenho escolar em geral porque a escola é um ambiente feminino.


Tudo na escola contemporânea e a própria figura do "aluno médio" é pensado com contornos femininos e mesmo o currículo é feminino.


A base fundamental disso é que a nossa era, que é uma era esquizoide e de dissonância cognitiva, nem mesmo consegue reconhecer que meninos e meninas, por terem cérebros diferentes, precisariam ser educados por pedagogias diferentes.


A escola simplesmente não é estimulante para rapazes, o conteúdo curricular não é estimulante para rapazes, a metodologia de ensino não é estimulante para rapazes - e tudo isso tem se tornado cada vez menos estimulante na medida em que se avança na direção de "pedagogias alternativas" baseadas em horizontalidade, inclusividade e diálogo.


A incapacidade de lidar com bullying vem também daí. A conclusão média vai ser a de que falta "empatia" e "inclusão", e que a solução provavelmente seria algo envolvendo sarau, muitos abraços, a multiplicação de psicólogos na escola e o combate à "masculinidade tóxica" - quando a solução é muito mais trivial que essa: transformar a escola, pelo menos para os rapazes, em um espaço de disciplina absoluta, de obediência, de autoridade, de punição e no qual as especificidades psicológicas e temperamentais masculinas são contempladas e possuem válvula de escape.


É por isso que, no que concerne a educação, espaços masculinos e femininos deveriam ser separados. O bullying não só diminuiria (porque boa parte do bullying envolve tentativas retardadas e exageradas de meninos tentarem se impor, o que eles acham que os tornará mais atrativos para meninas), como seria mais fácil lidar com o bullying existente.


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